Perseguição dos Cristãos

A mais de dois mil anos depois da vinda de Jesus Cristo ao mundo, vivemos hoje, mais do que nunca na história da Igreja, o drama da perseguição dos cristãos. Como o próprio Senhor nos alertou: “Lembrai-vos da palavra que vos disse: O servo não é maior do que o seu senhor. Se me perseguiram, também vos hão de perseguir”
Jesus, que nasceu e morreu onde atualmente é a religião da Jordânia e Israel no Oriente Médio.
Os seguidores de Jesus, seus discípulos (apóstolos), espalhavam os ensinamentos de Cristo, e sucessivamente os descendentes espalhavam o Cristianismo ao mundo.
Atualmente o ateísmo começou a ganhar força nessa região, para destruir qualquer realidade ligada ao culto em uma divindade. Homens se colocam no lugar de Deus, as profecias afirmam que o ateísmo se espalhará onde houver Cristãos.

E os Cristãos? Como reagir?
Como viver a sua fé em meio a tanto medo?
Em meio a tantas ameaças, dores e sofrimentos, muitos vivem a sua fé em silêncio, aqueles que ainda se arriscam a defendê – la, correm o risco de grandes barbaridades e torturas, estudos mostram que a cada 5 minutos um Cristão morre.
As mulheres e crianças são as que mais sofrem perseguições religiosas, entre abusos enfrentados, estão sequestros, casamentos forçados, violação e espancamentos.
Muitos sofrem com execuções barbaras, escravização e violência sexual, motivada por um ódio, que muitas das vezes, já enraizados com o objetivo único de destruir parte da história e cultura Cristã, acredita-se que temos mais mártires do que nos primeiros séculos.
Diante de tanta monstruosidade, alguns grupos extremistas, que por sua vez não aceita outras crenças, visa repreender e assustar cada vez mais.
Nós Cristão devemos orar, informar – se e agir politicamente e espiritualmente em nome desses irmãos e irmãs perseguidos.
Importante também lembrar das palavras de nosso Santo Papa, onde não devemos relacionar o Islã ao terrorismo.
Corão é um livro de paz”, disse o Papa destacando a necessidade de os líderes muçulmanos condenarem o terrorismo, ao qual o Islã não pode ser equiparado.

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